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sábado, 15 de novembro de 2014


De acordo com a mais recente Global Market Forecast (GMF) da Airbus, atualizado hoje pela fabricante europeia, companhias aéreas latino-americanas e caribenhas precisarão de 2,9 mil novas aeronaves de passageiros e carga entre 2014 e 2033, incluindo 1,7 mil de um corredor, 481 de dois corredores e 29 aeronaves muito grandes (VLA) no valor estimado de US$ 292 bilhões. Globalmente, até 2033, cerca de 31,3 mil novos aviões de passageiros e carga, no valor aproximado de US$ 4,6 trilhões, serão necessários para atender à futura demanda robusta de mercado.

Ao mesmo tempo em que praticamente todas as 20 maiores cidades da América do Norte e Europa conectam passageiros com pelo menos um voo por dia, apenas 40% das 20 maiores cidades da América Latina o fazem. Atualmente, norte-americanos e europeus são os mais dispostos a voar, fazendo 1,6 e 1,0 viagem per capita, respectivamente, mas, nos próximos 20 anos, viajantes da América Latina e do Caribe viajarão duas vezes mais e atingirão os atuais níveis da Europa. Como resultado, o tráfego intrarregional e doméstico dentro da América Latina e do Caribe deve triplicar até 2033, crescendo a uma taxa impressionante de 5,6% e se tornando o maior mercado para operadoras latino-americanas.

"Com relação ao mercado de longa distância, enquanto companhias aéreas europeias e norte-americanas transportam quase 40% do tráfego, as principais latino-americanas e caribenhas levam apenas 19%, transferindo receita valiosa a concorrentes estrangeiros”, afirma o presidente da Airbus para América Latina e Caribe, Rafael Alonso. “Neste ano, finalmente estamos vendo empresas latino-americanas se reposicionarem para capturar o tráfego internacional, mas ainda há um potencial enorme para que empresas regionais aumentem sua participação de mercado em rotas de longo alcance.”

A GMF também demonstra que as companhias aéreas latino-americanas continuam investindo em aeronaves novas para manterem uma das frotas mais jovens e eficientes do mundo. Com idade média de 9,5 anos, aviões que operam na América Latina são 40% mais novos hoje do que em 2000. Por outro lado, a idade média dos aviões no Caribe permanece em 15 anos – mais de cinco anos acima da média da América Latina e do mundo.

Com mais de 800 unidades vendidas e backlog de quase 400, mais de 550 aviões Airbus estão em operação na América Latina e no Caribe. Nos últimos 10 anos, a Airbus triplicou sua frota em serviço, ao mesmo tempo em que entregou mais de 60% das aeronaves operando na região.

Panrotas

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