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quinta-feira, 2 de outubro de 2014


Presentes em 70% das operações em solo, empresas especializadas em serviços auxiliares, como bagagem, check in e limpeza de aeronaves, pode derrubar os custos pela metade

A partir dos dados levantados para a composição do Primeiro Anuário Brasileiro de Serviços Auxiliares do Transportes Aéreos, o segmento está fazendo uma ampla campanha para mostrar às companhias aéreas e aos operadores de aeródromos o quanto podem reduzir os custos com a transferência dos serviços para as chamadas Esatas - empresas de serviços auxiliares de transporte aéreo.

“Com o apoio das Esatas, o gasto anual de R$ 2 bi pode cair para R$ 1 bi, tornando o custo operacional menor e viabilizando uma maior penetração do transporte aéreo”, disse Ricardo Miguel, presidente da Abesata (Associação Brasileira de Empresas Auxiliares de Transporte Aéreo). Segundo ele, ao delegar a uma empresa especializada a prestação de serviços como transporte de bagagem, check in, limpeza de aeronaves, entre outros,  a companhia aérea acaba economizando, principalmente em pessoal e equipamentos, passando a arcar somente com serviços necessários.

O executivo ainda reforça que a segurança de voo também sai ganhando, já que a empresa passa a concentrar seus cuidados inteiramente a setores capitais: aeronaves, pilotos e comissários. ““Atualmente, para uma companhia estrangeira, com um voo por dia ao Brasil, deixar o ground handling com uma empresa especializada tornou-se comum.  Para outras, com mais voos, nem sempre”, ressaltou Miguel. Mas quando a companhia faz as contas da economia a médio prazo,  percebe que pode derrubar os custos de solo, estimado em 9% de toda operação, para metade do valor.

Os serviços auxiliares movimentam, hoje, 3,2 bilhões de reais ao ano, mas ainda é pouco conhecido. A Abesata, inaugurada no fim do ano passado, nasceu justamente para dar visibilidade, credibilidade e reconhecimento ao segmento, que conta hoje com 211 empresas em todo país, envolvidas em 70% das operações em solo.

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