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segunda-feira, 18 de novembro de 2013



O Brasil tem chamado cada vez mais a atenção das grandes fabricantes mundiais de jatos, que também têm investido na abertura ou ampliação de centros de serviço e manutenção em solo nacional. Estima-se que o país responderá, em médio prazo, por 10% ou mais da receita global das grandes montadoras. Em meados deste ano, John Rosanvallon, presidente da Dassault Falcon Jet, desembarcou em São Paulo com planos de ampliar, entre 50% e 100%, a capacidade de seus serviços no Brasil – a empresa já opera em Sorocaba (SP). Larry Flynn, da Gulfstream Corporation, que conta com um centro de serviços na mesma cidade, também anunciou estar ampliando sua participação no país. “O Brasil é um mercado emergente que acena para um grande crescimento no futuro, dada a sua necessidade por jatos executivos”, alegou.

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