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quarta-feira, 16 de outubro de 2013



Três aeronaves, uma americana (F-18), uma francesa (Rafale) e outra sueca (Gripen), vão para a final da licitação da Força Aérea Brasileira. Uma delas será escolhida para reequipar os esquadrões de caça brasileiros. Entre vantagens e desvantagens, os especialistas colocam os três caças no mesmo nível, já que se equivalem em tecnologia e poder de fogo. A Força Aérea não deixa transparecer preferências, mas, desde o início da concorrência, o governo brasileiro deixou claro qual será a arma mais poderosa para vencer essa batalha: a transferência de tecnologia. 

“E um pré-requisito eliminatório que haja transferência de tecnologia, sem isso não tem negócio. Para o Brasil esta cláusula é importante porque ela permitirá que o parque industrial brasileiro, principalmente o aeronáutico se beneficie aplicando este conhecimento, por exemplo, no desenvolvimento de novos aviões comerciais”, disse Roberto Godoy, especialista em Tecnologia Militar. Ao mesmo tempo, o ministro da defesa, Celso Amorim, declarou que nada impede a participação brasileira no projeto do Sukhoi T-50, caça russo que tem cinco protótipos voando e que servirá de base para um modelo a ser produzido em conjunto com a Índia.

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