Pesquisando...
sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Vários estudos na Europa já procuram transformar o sucateamento de aeronaves em negócios rentáveis – para economia e meio ambiente. Os desafios são vários. “No que se refere às ligas e metais, a tarefa é localizar titânio, que é mais rentável que o alumínio”, declara Ayçe Çelikel, Coordenador do Projeto AIMERE e presidente da Envisa – empresa de consultoria para engenharia e serviços. Os estudos compreendem todo o “ciclo de vida” de um avião e tem como objetivo criar, no futuro, novas aeronaves bem menos poluentes. Estima-se que o número de aviões cresça vertiginosamente em todo o mundo. Na Europa, nos próximos 20 anos, cerca de seis mil aviões chegarão ao fim da jornada, tornando imperativo o desenvolvimento de práticas e disciplinas para gestão de resíduos das frotas inativas.

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